sábado, 4 de dezembro de 2010

Esquenta a briga política no clube

Na última quinta-feira, o atual vice-presidente do Palmeiras, Salvador Hugo Palaia, oficializou a sua candidatura à presidência do clube. A eleição ocorrerá em janeiro, e Palaia busca conquistar o voto dos conselheiros. Ele presidiu temporariamente o Palmeiras enquanto Belluzzo esteve de licença médica.
A candidatura de Palaia proporcionou algo raro dentro de um clube, pois a situação terá dois candidatos, além dele o advogado Paulo Nobre, que já havia declarado oficialmente que iria concorrer ao pleito. Nobre tenta ganhar votos tanto de quem é da situação como de quem é da oposição.
"Estou tentando me reunir com o maior número de conselheiros, principalmente aqueles que estão com curiosidade de saber sobre meus projetos. Acho que posso ganhar votos dos dois lados" - declarou Paulo Nobre à Rádio Bandeirantes.
Há muitas dúvidas sobre o que farão as pessoas que estão na situação do Palmeiras, pois ela pode estar divida entre estes dois candidatos, e isso favoreceria a oposição, que tem um candidato só, Arnaldo Tirone Filho.
A família Tirone já tem alguma história no clube. Arnaldo Tirone Filho, conhecido como Pituca, tem como pai o dirigente do clube nos anos 70, Arnaldo Tirone, e também é sobrinho de Antônio, dirigente do Palmeiras na mesma época. Ele é o candidato dos ex-presidentes Mustafá Contursi e Afonso Della Monica. Ele afirma: "Eu sou do bem".
Segundo o diretor de futebol, Wlademir Pescarona, a situação unida não perde nem para a Dilma. Mas como a situação parece mesmo estar dividida, acredita-se que Tirone tenha 120 votos, enquanto seus concorrentes, Palaia e Nobre, tenham respectivamente 90 e 60.
Tudo ainda pode acontecer nessa corrida presidencial no Palmeiras, mas o fato é que o lado político do clube está mais uma fez pegando fogo. Só esperamos que nada afete o planejamento para 2011.

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