Mesmo não tendo dinheiro, o Palmeiras segue em busca do atacante Adriano e do meia Ronaldinho Gaúcho, já que parceiros podem ajudar financeiramente. Não está nada fácil trazer estes reforços, porém a diretoria segue confiante."Todos os bons jogadores interessam e eu acredito que o Palmeiras tem de pensar grande. (...)São dois atletas que nos interessam, mas as pessoas precisam saber que as negociações estão muito difíceis. Trata-se de dois jogadores consagrados, que ganham elevados salários e estão ligados contratualmente aos seus clubes" - declarou o diretor de futebol, Wlademir Pescarona.
Sobre Adriano, parece mesmo que o atleta quer voltar para o Brasil, por mais que dirigentes do Roma(clube do atacante) neguem que irão liberá-lo. O jogador dá a entender que não se entende mais com seu técnico, está insatisfeito lá e quer jogar aqui novamente. Sendo assim, o Palmeiras poderia ser o seu destino, e claro, seria bem-vindo.
"Não posso garantir que o Adriano ficará na Roma, mas sei que ele sairá pela porta da frente" - afirmou o empresário do jogador, Gilmar Rinaldi, amenizando a situação de Adriano na Roma e ao mesmo tempo deixando no ar a possibilidade de uma transferência do atleta.
"O Adriano já deixou bem claro que no dia 18 ele volta pra cá. Nessa conversa que ele vai ter com o Gilmar e com sua mãe ele vai decidir se fica no Brasil. A partir do momento que ele decidir ficar, aí poderemos iniciar as conversas" - afirmou o direto de futebol do Palmeiras nesta terça-feira.
Já em relação à Ronaldinho Gaúcho, surgiu uma nova notícia. O próprio Pescarmona disse que teria conversas com o empresário de Ronaldinho, Assis, mas tudo foi adiado devido a forte repercussão na imprensa sobre o interesse palmeirense no talentoso jogador.
"Havíamos acordado semana passada que teríamos uma conversa com o Assis para saber o que o Ronaldinho queria, um papo completamente inicial, não se chegou falar em números, absolutamente nada. Seria uma conversa informal para saber se havia interesse. Por causa das notícias que saíram, acabamos abortando essa conversa. Por justiça com o próprio jogador e com o Milan(clube de Ronaldinho). Criou-se um alvoroço muito grande. Não havia ainda afirmativa de que ele queria voltar ou não para o Brasil. Não quero dar a menor perspectiva para o torcedor. Só digo o seguinte: se houver a menor chance de que dê certo, nós vamos para cima" - concluiu o dirigente.
Quem sabe ao invés de ganhar um, a nação palmeirense ganhe logo dois presentes de Natal, não é? É difícil, mas não parece ser impossível. Nos resta ficar na torcida para que dê tudo certo.
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